segunda-feira, dezembro 29, 2008

O essencial é invisivel aos olhos...

Tatiana Solimeno Salla. Nascida em 17 de maio de 1982. Signo de touro, de personalidade e gênio fortes, com ascendente em Gêmeos, o que explica a dualidade. De família italiana, sangue de mama e coração do mundo.
Enfia às mãos pelos pés. Fala pelos cotovelos. Sorri com os olhos. Escreve muito e pensa com o coração.

Extremamente possessiva e excessivamente ciumenta, mimada e inflexível. Mas è dona de um grande coração, e se doa. Precisa se sentir segura. Neurótica e amiga.
Supersensível, chora com facilidade. É impressionável, e sua imaginação é excessiva. E tem a imaginação forte.É mística, romântica, sensível e sentimental.

Leucemia, flebite e escarlatina, sim. As doenças fáceis, ainda não.
Pula elástico, corda, esconde-esconde, mas nao tem a menor coordenaçao para o videogame. Já fez ballet, gosta de skiar, mas patinação, não consegue aprender.

Ganhou um presente da vida aos 10 anos. Beijou na boca com 11. Perdeu um amigo aos 13. E a virgindade com 16. Não ganhou carro aos 18. Aprendeu que podia ter vida própria aos 20. Com 22 mudou de pais. Aos 23 “casou-se” e aos 24 mudou-se de novo de pais. Parou de beber álcool freneticamente aos 24. Aos 26, ganhou finalmente a sua carta de alforria.

Já foi a Disney tantas vezes quanto são as suas tatuagens. Gostava de brincar de boneca e colecionava papel de carta. Quando adulta, voltou a gostar de Barbie e suas novas vertentes. Adora viajar e o conforto de um hotel.

Já foi Tata, Tatinha, Coração, e hoje é mesmo Laurinha.
Nunca foi tão cdf, já foi surfista, skatista, rocker, patricinha e até raver, mas hoje gosta de ser mulherzinha, dentro de seu estilo.

Acredita em anjo da guarda e em papai do céu. Mas confessa não ser apegada à religião, tendo o seu próprio Deus.

Fala gritando e rápido, mas não gosta de quem fala alto. Nem de quem não a deixa falar. Ou de quem não gosta de escutar suas histórias. Fala pelos cotovelos, e por isto gosta de ser ouvida. Repete a mesma historia com a mesma intensidade que as escreve. E pensa às vezes alto. E remoe cada historia, e faz planos e prevê o futuro – aquele que deseja – para cada uma delas.

Tem medo de montanha-russa. E de altura. Ratos e cobras.
Adora cantar, mas a voz não sai. Adora o CTRL C + CTRL V. E o “stampa” também.

Estudou na mesma escola até o colegial, e só mudou porque a escola era ginasial.
Queria prestar jornalismo, física ou historia, mas acabou fazendo moda e depois administração. Diplomas diferentes, e a carreira de Eventos/PA mais ainda.

Fala inglês e italiano, e quer voltar a aprender polonês. Odeia espanhol, mas sabe do mal necessário. Já se encantou pelo antipático charme francês e morre de vontade de aprender grego ou latim.

Aprendeu recentemente a dizer não, mas é difícil de praticar.
Se entrega com a mesma facilidade que se machuca. Se apaixona rápida e intensamente. Não sabe ir gostando com o tempo, nem comprar ou comer moderadamente, principalmente chocolate. Muito menos tomar decisões.

Gosta de viver a vida intensamente e faz as coisas com todo empenho. Gosta de compartilhar com os outros as experiências excitantes ou fora do comum. Gosta de um bom vinho, uma boa conversa e uma boa cia.


Não toma coca-cola, (só raramente e sem gás) e nem suco de laranja, mas também aprendeu do mal necessário deste batido com beterraba.
Viciada em chá com leite, e adepta do vinho tinto e yogurte com limão e açúcar.
Adora arroz branco, e a estranha combinação de cenoura com queijo.
Só toma sopa na caneca, e pizza com garfo e faca e óleo de pimenta. Não come pão de queijo, e nem é grande fã de Mc Donalds, mas adora jiló, quiabo e queijo de cheiro forte .Macarrão ao dente e café forte. Alias, o dia só começa de verdade depois de uma xícara enorme de um forte café feito na Moccha.

Quando feliz, chora. Triste, mais ainda. Quando esta ansiosa escreve, rápida e desconexa. E come! E fala no telefone, seu vicio. Tem medo de brigas e multidão, mas seu maior medo é de ficar sozinha. Ou sem telefone e Internet.

Já foi viciada em chapinha, e tintura para cabelo, mas hoje resolveu assumir os cabelos rebeldes e que não crescem.

Tem o sonho de escrever um livro, e secretamente de casar e ter filho. Só um, e menino, porque acha que mulher dá trabalho demais. Sua única certeza é de que nasceu para ser marcada, nem que seja o corpo com desenhos, e idéias para tal não faltam.

Faz coleção de calcinha, e tem o “armário” separado por cor, como uma loja. Alias, a influencia da primeira faculdade é gritante: têm mil recortes, de uma quantidade gigante de revistas, espalhados pela casa. E troca de roupa como quem toma água.

Anda pelas ruas ouvindo musica, Alias faz tudo ouvindo musica.
Queria ser artista, mas o dom ficou em fazer arte.

Para castigá-la é só deixar sem poder falar... ou comer. Ou fazê-la chorar. Dorme com um travesseiro velho e uma sapa que ela jura ter vida.

Tudo o que ela quer, é ser ela mesma e ser feliz. E ter um amor para a vida toda.

2 comentários:

Flavia disse...

Caramba, Laurinha... se eu pegasse esse texto teu, copiasse e colasse num "about me" da vida, teria q editar poucas, pouquìssimas coisas!
Vou te escrever com mais calma depois - agora vou encarar o 1°C que tà là fora e (tentar) correr, tou cansada de sò engordar, hunf =P
Beijào!

Eliana disse...

Querida Laurinha, como sinto sua falta, principalmente no Natal(que não gosta) e no Ano Novo, não vejo a hora de poder de ver de novo, bom querida Ano Novo, vida nova mesmo, beijão mama.